GERÊNCIA DE CIDADES

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Para uma empresa existir no atual mundo globalizado, algumas condições básicas se fazem necessárias: ter bons produtos, possuir ferramentas de administração, manter o equilíbrio entre receitas e despesas, prestar excelentes serviços aos seus clientes, ter funcionários e colaboradores conscientes de suas responsabilidades e aliados a um plano de trabalho para tornar a empresa competitiva.

A Prefeitura de uma cidade, além de possuir regras próprias de administração, tem as mesmas características de uma empresa, possui receitas, despesas, produtos e serviços que são disponibilizados para a população. A falta de planejamento de uma administração, reduz a capacidade de investimentos e de serviços prestados, prejudicando diretamente a população.

O conceito de Gerência de Cidades consiste em implementar no serviço público o mesmo método de planejamento estratégico utilizado para a administração de uma empresa privada, adaptado ao setor público tratando-se de modelos contingenciais para a formulação de estratégias e de projetos de planejamento.

A figura do Gerente de Cidades é criada para organizar as informações dos projetos contidos no planejamento estratégico urbano, possibilitando o prefeito eleito, ou seu secretariado, obter as informações relevantes à manutenção da política e da estratégia pública.

O Gerente de Cidades é uma pessoa bastante próxima do prefeito, que mantém estreitas relações com ele e com seu corpo técnico, podendo vir da assessoria de base do governo, de institutos de planejamento e pesquisa, ou de consultores independentes, com atribuições suficientes para deixar o prefeito, ou secretários, livre para fazer política.

“Planejamento estratégico é um processo formalizado que leva em conta os pontos fortes e fracos da organização, bem como as ameaças e oportunidades do ambiente, com o objetivo de produzir e articular resultados, estabelecendo objetivos dentro da política, estratégias e ações na forma de um sistema integrado de decisões.”

O êxito de uma administração pública começa com a primeira etapa do planejamento estratégico que é a sensibilização, devendo ser compreendida pelos membros da organização, que passam a se envolver e aceitar sua participação no processo, comprometendo-se com ele, aceitando e aplicando suas decisões.

“Em principio, não se faz planejamento estratégico no setor público sem o desejo e a autorização dos responsáveis políticos diretos pela organização ou função, e sem os tomadores de decisão que nela atuem.”

“Há três tipos de governo: o que faz acontecer; o que assiste acontecer; o que nem sabe o que acontece.”

A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL
Parágrafo Primeiro – “A responsabilidade na gestão fiscal pressupõe a ação planejada e transparente, em que se previnem os riscos e corrigem os desvios de metas e resultados entre receitas e despesas com pessoal, seguridade social e outras dívidas consolidada e mobiliária, operações e crédito, inclusive por antecipação de receita, concessão de garantia e inscrição em restos a pagar.”